quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Conto de Lucia Millet: MEU PRIMO GUSTAVO.



Meu primo Gustavo

Naquele ano fui passar uma temporada na casa de minha tia Jurema, no interior. Era uma cidade pequena, cujo nome não vem ao caso. Para mim, nascido e criado na cidade grande, aquela vida do interior parecia cheia de novidades. Eu já era um rapazinho de 16 anos, mas ainda não tinha barba e só um pouquinho de pelos nas pernas.
Tia Jurema era viúva, morava numa casa enorme com seu filho único, o Gustavo, que então tinha 13 anos. Tia Jurema ficou felicíssima com a minha chegada e o primo Gustavo também. Ela preparou um quarto só para mim, o quarto onde tinha morado Alice, uma prima distante que veio estudar na cidade por dois anos e depois voltou para sua terra natal. Essa Alice tinha deixado algumas roupas e não voltou mais para buscar. Para dar espaço para mim, tia Jurema apertou as coisas da Alice em duas portas do guarda-roupa, deixando outras duas livres.
Não precisa dizer que na primeira oportunidade que tive fui mexer nas roupas da tal Alice. Tinha um pouco de tudo, calcinhas, sutiãs, meias 7/8, blusinhas, vestidos justos e minissaias. Achei até um estojo de maquiagem, sapatos de salto, uma caixinha com pulseiras e brincos e colares e – coisa que eu adorava – uma cinta-liga.
Bom, é hora de confessar que desde muito criança, sempre que eu tinha oportunidade gostava de usar roupas de mulher, principalmente calcinhas. Quando me dava vontade eu revirava o cesto de roupas sujas no banheiro, pegava as calcinhas e vestia: ficava morrendo de tesão. As calcinhas da minha mãe eram grandes e eu tinha que enrolar a cintura e as pernas para que ficassem do meu tamanho. Ficava tremendamente excitado vendo minha imagem o espelho e gozava deliciosamente.
Agora eu tinha todas aquelas roupinhas da Alice só para mim. Até ali eu só me interessava pelas calcinhas, não ligava muito para os sutiãs, mas os da Alice eram lindos e faziam conjunto com as calcinhas e, o que era melhor, tudo bem sexy e do meu tamanho. Infelizmente os sapatos de salto eu não pude usar, porque não cabiam no meu pé. Em compensação as blusinhas, saias e vestidos ficavam perfeitos em mim, com a diferença de que, por eu ser mais alto que a Alice, ficavam escandalosamente curtos. Uma delícia!
Vestir as roupas da Alice fazia parte da minha distração na casa de tia Jurema. Quando não estava brincando com o primo Gustavo, colhendo frutas, subindo em árvores ou nadando no rio, trancava-me no quarto e vestia as roupas da Alice. Eu era obcecado por lingerie, vestia uma calcinha e um sutiã e ficava me exibindo no grande espelho que havia na porta do guarda-roupa. Excitava-me muito a imagem da minha bunda com a calcinha. Depois ia para a cama e me masturbava, ainda usando a lingerie. Eu me sentia tão feminina que às vezes introduzia o dedo no ânus enquanto me masturbava na frente, para sentir o prazer de ser penetrada. Quando terminava, vestia de novo roupas de homem e era como se nada tivesse ocorrido; não me sentia uma bicha, dessas desmunhecadas, por causa do que acabara de fazer.



Foi então que aconteceu. Um dia, à tarde, tia Jurema e Gustavo tinham saído. Sozinho em casa, corri para o quarto para vestir as roupas da Alice. Escolhi um conjunto de sutiã e calcinha fio-dental rosa, coloquei a cinta-liga bege, e um par de meias 7/8 brancas. Achei tão linda minha imagem no espelho, que até passei um batom nos lábios para ficar mais no clima. Fiquei rebolando diante do espelho, olhando minha bunda com a calcinha enfiada no rego. Meu pau ficou tão duro que parecia que ia rasgar a calcinha na parte da frente. Estava pronta para ir para a cama me masturbar quando, de repente, meu primo entra no quarto. Eu geralmente trancava a porta, mas naquele dia, como estava sozinho em casa, deixei para lá.
– O que você está fazendo, Marcelo ? – perguntou ele surpreso vendo-me vestido daquele jeito.
– Nada. – disse eu tentando aparentar calma, mas com as pernas tremendo – Só estava experimentando as roupas da Alice.
– Nossa! Você fica bem vestido assim. Parece uma mulher de verdade! A não ser por isso... – disse ele apontando meu pau duro dentro da calcinha.
– É só uma brincadeira. Para passar o tempo e dar tesão, você sabe.
Esse meu primo, apesar dos 13 anos, já era bem espertinho, é bom que se diga. Ele vivia dizendo sacanagens e, pelo jeito, já tinha participado de troca-trocas com outros moleques. Eu, com 16 anos, ainda era virgem.
– Você fica igual a Alice vestida assim – disse o Gustavo aproximando-se de mim.
– Obrigado! – respondi, sem ter o que falar.
– Dá uma voltinha para eu ver...
– Ah, não! – disse eu – vou tirar isso tudo. A brincadeira perdeu a graça.
– Ah, vai! Só uma voltinha para eu ver!
Sem outra opção dei a voltinha que ele pediu e até rebolei um pouco.
– Ual! Que bunda você tem! – exclamou ele.
– Pronto, agora chega! Vou tirar essa roupa. E você não conte nada para sua mãe, tá? Promete? – e enquanto falava isso notei pau dele duro dentro do calção.
– Bom, eu não conto nada pra minha mãe, prometo... mas só se você der a bunda pra mim.
Senti um frio na barriga. O moleque sacana me tinha na mão.  Imagine se minha tia ficasse sabendo que eu gostava de me vestir de mulher? Eu ia morrer de vergonha. E ela era capaz de contar para outros parentes, e até a minha mãe podia ficar sabendo.
*      *        *
– Por favor, Gustavo, não! Olha, eu não posso dar a bunda, eu nunca fiz isso...
– Pelo jeito, você vai gostar! – disse ele rindo – Ou você dá bundinha pra mim ou eu conto para minha mãe.
Fiquei sem saída. Sempre tive medo de dar a bunda, dizem que dói. Eu costumava enfiava só dedo ou algum objeto cilíndrico pequeno no cu. Uma vez tentei colocar uma cenoura, mas doeu tanto que desisti. O pau do Gustavo não era grande, eu tinha visto quando nadávamos no rio, o que me deu um pouco de coragem. Se era para dar a bunda, melhor começar com ele...
– Como é, gostosa? Vai dar a bunda ou não? – insistiu o Gustavo.
– Está bem. Eu dou... – respondi.
Ele pediu que eu deitasse na cama, de bruços e abaixasse a calcinha. Como eu tinha colocado a calcinha por cima da cinta-liga deu para tirar a calcinha e ficar apenas com o sutiã, a cinta-liga e as meias.
O Gustavo tirou a roupa se deitou em cima de mim.  Eu me arrepiei toda quando senti o pênis quente dele roçando minha bunda, passando entre minhas pernas. Ele não enfiou logo, ficou um tempo naquela brincadeira. Apesar do meu nervoso, também fiquei excitada e meu pau endureceu outra vez. Então o Gustavo lubrificou bem o pau cuspe e começou a forçar a entrada do meu cu.
– Aí ! – disse eu – Vai devagar.
Ardeu um pouco, mas não era nada insuportável;
– Ah, que bundinha gostosa! Bichinha rabuda! – disse ele.
– Não me chame assim. Me chame de Lucia... – era o nome que eu gostava de usar quando me vestia de mulher.
– Arrebita mais essa bunda, Lucia – disse ele aceitando a brincadeira.
Eu fiz o que ele me pediu. O Gustavo terminou de enfiar o pau e começou a me bombar, indo e vindo dentro do meu cu, cada vez mais rápido. A dor diminuiu e eu comecei a gostar da coisa.
– Toma ! Toma, Lucia ! Lucinha bunduda ! – dizia o Gustavo
– Põem ! Põem ! Me come ! Me come ! – respondia eu adorando a sensação de ser penetrada.
– Eu vou te arrombar, Lucia, sua gostosa ! – disse ele.
– Me arromba, me arromba... eu quero... – respondi cheio de tesão .
Meu gozo foi delicioso e o dele acho que também, porque me disse que nunca havia  comido uma bunda tão gostosa. Depois de eu ter gozado eu senti um pouco de vergonha, ficou claro que eu tinha gostado de dar a bunda. Eu me lavei, vesti as roupas de homem e procurei esquecer o que havia acontecido. Mas isso não era fácil porque meu cu ficou ardendo o resto do dia, nada muito desagradável, apenas o suficiente para lembrar que eu (a Lucia) tinha sido comida.

*       *        *

Continuei usando as roupas da Alice sozinho e a me masturbar, apesar do Gustavo insistir em me comer de novo. Agora não tinha mais medo que ele contasse para a minha tia que eu me vestia de mulher, afinal eu fiz minha parte, dei a bunda para ele. Mas também era impossível negar que era muito mais gostoso dar a bunda do que me masturbar sozinho, mesmo enfiando o dedo no cu. Assim, depois de uns dias, eu aceitei transar de novo com o Gustavo.
Dessa vez eu me montei inteira. Fiz uma maquiagem caprichada, batom vermelho, pó compacto, lápis e sombra verde nos olhos. Coloquei uma lingerie linda, com cinta-liga e meias 7/8. Por cima blusinha rosa, minissaia xadrez rodada. Calcei uma sandalinha rasteira, a única que cabia no meu pé. Quando terminei e me contemplei no espelho, me achei deslumbrante. Levantava a saia para admirar minha bunda no espelho e ficava cada vez com mais tesão.


Na hora marcada o Gustavo bateu na porta do meu quarto. Abri. Quando ele me viu disse:
– Nossa, você está linda, Lucia!
– Vamos, entre logo. – respondi.
O apressadinho queria levar logo para a cama e me comer. Mas eu não quis, estava adorando me sentir desejada, e resolvi prolongar ao máximo aquele momento. Deixei que ele levantasse minha saia e visse minha calcinha fio-dental e passasse a mão na minha bunda.
– Dá logo essa bunda, Lucia! – pedia ele.
– Ainda não! – respondi, sentindo-me poderosa.
Pedi para ele ficar de joelhos atrás de mim. Arrebitei bem a bunda e pedi que ele beijasse e lambesse minha bunda e me chamasse de gostosa. Ele fez sem hesitar, e até mais do que eu pedi, porque uma hora ele afastou meu fio-dental de lado e lambeu diretamente meu cu. Depois de deixar o Gustavo um bom tempo adorando e lambendo meu rabo, não agüentei mais de tesão e disse para ele:
– Já chega, agora vem me comer!
Eu havia conseguido um pote de vaselina, pedi para ele passar no pau e também no meu cu. Coloquei almofadinha na cama debaixo do meu quadril para deixar a bunda mais arrebitada. Depois foi só o tempo de tirar a minissaia e a blusinha e cair na cama de bruços e o Gustavo já estava enfiando a pica em mim, nem minha calcinha ele tirou, só afastou de lado. Não sei se por causa da vaselina ou porque eu já não era mais virgem, dessa vez foi tudo mais fácil. Gozamos deliciosamente.
Depois de gozar, o Gustavo foi lavar o pau no banheiro ao lado. Eu fiquei na cama, de bruços, com a bunda arrebitada, sem coragem de me levantar. Estava tão relaxada que até dormi um pouco. Acordei com o pau do Gustavo entrando de novo no meu cu.
– Ai, Gustavo, não! De novo, não!
Mas era tarde, o pau dele já estava quase todo dentro do meu rabo e ele começou a me bombar de novo. Num instante meu pau também ficou duro de tesão. Murmurei:
– Põe, Gustavo... Põe...
Gozamos de novo. Dessa vez, quando ele saiu para lavar o pau, eu também me levantei e tirei as roupas de mulher, senão era capaz de lavar vara mais uma vez.
E assim começamos a transar com freqüência. O Gustavo queria me comer todos os dias e, se eu deixasse, até mais de uma vez por dia. Resolvi dar para ele um dia sim, um dia não, para deixar meu cu descasar um pouco, porque depois de levar vara ele ficava ardendo o resto do dia. Também não aceitei que o Gustavo me comesse enquanto eu estivesse vestido de homem, só quando vestia as roupas da Alice e me tornava Lucia é que eu podia dar a bunda sem culpa. E assim combinamos.
A Alice tinha deixado também um biquíni lindo, amarelo. O top não era cortininha, mas tipo sutiã, com o fecho atrás, sem bojo. Para acomodar meu pau, eu vestia a calcinha ao contrário, com a parte maior na frente, o que além de mais confortável deixava a calcinha meio fio-dental atrás. Eu morria de vontade de ir nadar no rio vestindo aquele biquíni. O Gustavo me animou dizendo que ele conhecia um trecho do rio onde quase não ia ninguém. Combinamos e um dia fomos os dois, eu já com o biquíni vestido por baixo das roupas de homem. Íamos de transar ao ar livre pela primeira vez. Numa bolsa eu levava a vaselina e também óleo bronzeador, porque queria me bronzear e ficar com aquelas marquinhas do biquíni.
Foi uma delícia nadar usando o biquíni. Eu e o Gustavo nos divertimos à beça. Depois fomos para uma sombra debaixo de uma árvore e logo o Gustavo começou a passar a mão e lamber a minha bunda, do jeito que eu gostava. Impossível resistir muito. Forramos o chão com a toalha e eu fiquei de bruços. Ele tirou a minha calcinha, passou vaselina no pau e também no meu rabo. Depois se deitou em cima de mim e logo senti o pau quente dele entrando no meu cu. Com o costume de dar sempre a bunda, o pau dele entrava mais fácil em mim e quase não doía. Gozamos os dois juntos.
Quando terminamos, vestimos de novo as roupas, ele o calção e eu o biquíni, porque ainda queria tomar mais sol. Foi quando reparamos que um outro menino nos observava.
– Oi, Gustavo! Se divertindo, hein? – disse o desconhecido.
– Oi, Juarez! – respondeu o Gustavo pálido – Ah, este aqui é meu primo Marcelo, de São Paulo.
Juarez veio até nós. Ele olhou bem o biquíni amarelo que eu estava vestindo e exclamou:
– É bonitinho o seu primo! – disse o Juarez rindo, depois prosseguiu – E vi o que vocês dois estavam fazendo.
– Por favor – implorei – não conte nada para ninguém!
– É... É um segredo nosso, Juarez – completou o Gustavo.
– Bom, eu não conto. Mas seu primo vai precisar dar a bunda para mim também.
Esse Juarez era um mulatinho, do tamanho do Gustavo, só que tinha 14 anos, um ano a mais que ele.
– É melhor você dar, Lucia – disse Gustavo.
Fazer o quê? Enquanto o Gustavo foi até o rio para se lavar, eu me deitei de novo de bruços e abaixei a calcinha. Pedi que o Juarez passasse vaselina no pau e fiquei esperando de bruços, já que o meu cu estava bem lubrificado da transa com o Gustavo. Olhei de relance o Juarez passado vaselina no pau e me assustei. Que caralho ! O pau  dele era muito maior do que o do Gustavo, acho que do tamanho do meu.
Ele se deitou em cima de mim. Foi só o tempo de eu arrebitar a bunda, e ele já estava me penetrando. Senti aquela vara me arrombando. Doeu, mas não muito porque o Gustavo já tinha aberto meu rabo. O Juarez começou a me bombar rapidamente. Fiquei muito excitada sentindo aquele pau grande no meu rabo. Disse enquanto me deliciava:
– Põe, Juarez... Põe tudo...
Gozamos os dois juntos.



Foi assim que o Juarez entrou para a turma. Voltamos outras vezes no rio, eu, o Gustavo e também o Juarez, que nos esperava quando avisávamos que íamos. Era legal, os meninos me tratavam como uma princesa, me chamavam de Lucia ou Lucinha, iam pegar frutas para mim, passavam óleo bronzeador no meu corpo e, é claro, me comiam, os dois, primeiro o Gustavo, depois o Juarez. O Juarez uma vez quis ser o primeiro a me comer, mas eu não deixei. Por causa do tamanho do pau dele, eu o deixava sempre para o final.
Houve um dia em que tia Jurema e o Gustavo foram visitar um parentes numa cidade próxima e eu fiquei sozinha em casa. Adivinhem? Convidei o Juarez para ir em casa. Me montei com capricho, lingerie, meias 7/8, um vestidinho de malha lindo. Com a prática eu agora já conseguia me maquiar bem com as coisas que havia estojo da Alice: batom, lápis, sombra verde, pó compacto.
O Juarez chegou, meio tímido. Olhou impressionado com a minha transformação, até ali ele só tinha me visto de biquíni. Pedi para ele se sentar na sala e me abaixei para ligar o som, sabendo que quando fazia isso com o vestido curto deixava a mostra a cinta-liga e a calcinha fio-dental. Quando me voltei vi que ele estava com o pau duríssimo. Pensei comigo: agora não vai ter o Gustavo para abrir meu rabo antes, vou ter que enfrentar o pau do Juarez.



Pedi para ele passar a mão na minha bunda, depois para abraçar e beijar meu rabo, me chamar de gostosa. Ele fez tudo direitinho, do jeito que eu pedi. Eu queria prolongar ao máximo aquele momento, mas fiquei com tanto tesão que não deu para esperar muito, transamos ali mesmo na sala, em cima do tapete.
– Vai devagar, Juarez – pedi, quando o pau dele com vaselina começou a entrar no meu cu..
Ele, muito bonzinho, foi colocando devagar, até chegar na metade, e só então começou a me bombar. Transamos três vezes naquela tarde, uma na sala e duas na minha cama. Quando ele foi embora já estava começando a anoitecer. Fiquei com o rabo ardendo, mas me sentindo mais feminina do que nunca.
Tia Jurema e o Gustavo só chegaram em casa à noite. O Gustavo queria ainda ir no meu quarto para me comer, mas eu disse que não, estava com dor de cabeça. Depois de levar a vara do Juarez três vezes, decidi dar um dia de descanso para o meu cu.
*    *     *
Depois disso transei outras vezes com o primo Gustavo em casa e com o Gustavo e o Juarez na beira do rio. Mas enfim tudo o que é bom acaba. As aulas do Gustavo e do Juarez já tinham começado, e eu tinha que voltar para a Capital, porque em uma semana começariam também as minhas. Arrumei minha mala pela manhã, à tarde ia pegar o ônibus de volta para São Paulo. Como tinha tempo, resolvi ir mais uma vez no rio para usar o biquíni amarelo e reforçar o bronzeado. De tanto tomar sol de biquíni já tinha lindas marquinhas, tanto na parte da calcinha quando na do sutiã.
Cheguei na beira do rio, naquele lugar mais isolado, tirei a roupas e vesti o biquíni. Passei no corpo o último restinho do óleo bronzeador. Senti falta dos meninos, que sempre passavam o óleo em mim. Estendi a toalha e me deitei de bruços, pois queria bronzear mais ainda meu bumbum com a marca da calcinha fio-dental. Só de sentir o sol batendo na minha bunda fiquei com o pau duro de tesão e mais uma vez senti falta dos meninos. Foi quando ouvi uma voz:
– Veio sozinha hoje?
Levei um susto e quando me levantei dei com um rapaz de uns 20 anos, o empregado de um sítio que eu já tinha visto algumas vezes na cidade. Tentei em dar alguma desculpa, mas de biquíni amarelo e com o pau duro ainda por cima fica difícil inventar alguma coisa.
– Você só da a bunda pros meninos ou dá para homem também? – prosseguiu ele rindo.
Era pior do que eu imaginava: mais um conhecia meu segredo. Pronto, disso para um escândalo na cidade era um pulo. Resolvi mudar de estratégia.
– E você também ficou com vontade – disse eu sensual.
– É... – respondeu ele de cabeça baixa – Você fica bem bonitinha vestida assim...
– Então vamos – disse eu para acabar logo com aquilo.
Ele tirou num instante a camisa e a calça. Olhei para o pau dele, que já estava duríssimo. Era um pau de homem adulto, maior que o meu e que o do Juarez, mas nada de assustador como aqueles que eu tinha visto nas revistas pornôs. Achei que dava para encarar. Antes, perguntei o nome dele, era Sergio, pedi que me chamasse de Lucia.
Eu já estava pensando em tirar o biquíni me deitar de bruços sobre a toalha, como eu fazia com os meninos. Mas o Sergio se aproximou de mim, me abraçou com força e então fez uma coisa totalmente inesperada: me beijou na boca. Não um beijinho simples, um beijo de língua, enquanto passava as mãos pela minha bunda. Senti a barba áspera raspando o meu rosto, o cheiro do suor dele e até um pouco do gosto da pinga que ele devia ter bebido. Meu corpo amoleceu e eu me entreguei toda, sentindo-me totalmente mulher.
– Agora vamos ver se você chupa bem – disse ele me soltando e exibindo o pau duro.
Tanto o Gustavo quanto o Juarez já tinham pedido para eu chupar o pau deles, mas eu me recusara. Agora a situação era diferente, eu não podia dizer que não. Ajoelhei-me diante dele e procurei não pensar em nada. Senti o cheiro do pau do Sergio perto do meu rosto, fui em frente. Segurei o pau com as duas mãos e coloquei na boca com vontade. Chupei com força, movimentando a língua, tirando o pau da boca e depois colocando de novo até o fundo, como vira nos filmes pornôs. Depois do primeiro choque, comecei a gostar do negócio. Fiquei louquíssima de tesão.
– Ah, Lucia... Você é tremenda... Como chupa gostoso – disse Sergio.
Logo depois o Sergio tirou o pau da minha boca e disse:
– Agora vamos ver se essa sua bunda é gostosa mesmo.
Tirei só a parte de baixo do biquíni e me deitei na toalha, com o bumbum bem arrebitado, como costumava fazer. Felizmente tinha levado o pote com vaselina na bolsa, junto com o óleo bronzeador.  O Sergio passou a vaselina no pau e também um pouco sobre o meu cuzinho.
Senti dor quando ele começou a me penetrar. Pedi para ele tirar um pouco o pau, e ele gentilmente tirou. Respirei um pouco. Depois disse para ele colocar de novo.  Dessa vez não doeu tanto e falei para ele enfiar. Ele colocou até a metade e começou a me bombar, devagar no começo, depois bem rápido. Pensei comigo, afinal todas aquelas vezes que eu tinha dado para o Gustavo e para o Juarez, não foram em vão, agora eu tinha um macho de verdade dentro de mim.
Não sei quanto tempo durou, mas foi delicioso. O Sergio, ao contrário dos meninos, não tinha pressa em gozar. Quando chegou a hora, nós dois gozamos ruidosamente, o Sergio urrando e eu gritando como uma mulherzinha. Depois ficamos deitados um ao lado do outro, eu com a cabeça apoiada no ombro dele, como um casal de namorados.
– Nossa, eu nunca tinha comido um cuzinho tão gostoso! Lucia, transar com você melhor do que com uma mulher – disse o Sergio.
Fiquei cheia de orgulho. O Sergio, no entanto, não prosseguiu com os elogios. Depois de alguns instantes de silêncio começou a roncar, tinha dormido.  Se eu ficasse ali com ele, sem dúvida mais tarde eu seria comida de novo. Mas me lembrei do horário de partida do ônibus e me apressei. Vesti minhas roupas, peguei o biquíni e a bolsa e foi embora, deixando o príncipe adormecido.

*     *      *
Já dentro no ônibus, com o cu ainda ardendo, sentia-me totalmente realizada: tinha sido possuída por um macho de verdade. Na plataforma tia Jurema, o primo Gustavo se despediram de mim, e até o Juarez apareceu. Ele e o Gustavo pediram que eu voltasse logo, nas próximas férias, disseram que iam sentir minha falta. Eu disse que ia fazer o possível. Claro, ia sentir muitas saudades de todos e também saudades das lindas roupas da Alice. O Gustavo tinha me dito que eu podia levar o que quisesse, porque a Alice não ia voltar mais e tia Jurema acabaria dando as coisas dela. Mas onde ia esconder aquele monte de roupas em casa? Eu morria de medo que minha mãe descobrisse que eu gostava de me vestir de mulher. Acabei levando apenas duas calcinhas fio-dental, um sutiã, a cinta-liga, um par de meias e o biquíni amarelo que tinha me dado tanto prazer. Eram coisas que faziam pouco volume e mais coisas fáceis de esconder em casa. Sentia ter de deixar para trás os vestidinhos, as minissaias, as blusinhas... Mas fazer o quê? O mais importante eu levava comigo: as lembranças daquela temporada que passei na casa de tia Jurema e a certeza de que – depois daquilo –  minha vida nunca mais seria a mesma.

Lucia Millet              São Paulo - janeiro de 2015

quarta-feira, 4 de junho de 2014

FINAL - da tradução da HQ Danni do cartunista Stvkar.


PARTE 45 da HQ Danni do cartunista Stvkar.



PARTE 44 da HQ Danni do cartunista Stvkar.



PARTE 43 da HQ Danni do cartunista Stvkar.






terça-feira, 3 de junho de 2014

PARTE 42 da HQ Danni do cartunista Stvkar



PARTE 41 da HQ Danni do cartunista Stvkar



PARTE 40 da HQ Danni do cartunista Stvkar



PARTE 39 da HQ Danni do cartunista Stvkar



PARTE 38 da HQ Danni do cartunista Stvkar



segunda-feira, 2 de junho de 2014

PARTE 37 da HQ Danni do cartunista Stvkar



PARTE 36 da HQ Danni do cartunista Stvkar



PARTE 35 da HQ Danni do cartunista Stvkar



PARTE 34 da HQ Danni do cartunista Stvkar



PARTE 33 da HQ Danni do cartunista Stvkar



domingo, 1 de junho de 2014

PARTE 32 da HQ Danni do cartunista Stvkar



PARTE 31 da HQ Danni do cartunista Stvkar



PARTE 30 da HQ Danni do cartunista Stvkar



PARTE 29 da HQ Danni do cartunista Stvkar